Café de Flore - Paris
sexta-feira, 27 de dezembro de 2019
segunda-feira, 23 de dezembro de 2019
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Café - Cândido Portinari, 1935.
Café é uma importante obra de Portinari. Foi pintada em 1935 com tinta a óleo, tem o tamanho de 130 x 195 cm e está localizada no Museu Nacional de Belas Artes, no Rio De Janeiro.
Aqui o pintor retratou um grupo de pessoas durante um dia duro de trabalho em uma fazenda de café. Os corpos dos trabalhadores são apresentados de maneira rígida e quase escultural. As mãos e os pés das pessoas são grandes, destacando a força do trabalho braçal.
Em 1935, a tela participa da Exposição Internacional de Arte Moderna em Nova Iorque, no Instituto Carnegie e recebe uma menção honrosa, o primeiro prêmio internacional do pintor.
sábado, 7 de dezembro de 2019
terça-feira, 3 de dezembro de 2019
Por que deve juntar canela ao seu café
A canela é uma das especiarias mais antigas do mundo e uma das mais benéficas para a nossa saúde.
Não há nada como tomar um café logo pela manhã. É sabido que o café ajuda a estimular a atenção, a concentração e a memória e ainda contribui a diminuir a sensação de fadiga e a sonolência.
Mas há um ingrediente que pode juntar ao café e que traz múltiplos benefícios à saúde. É a canela, uma das especiarias mais antigas do mundo.
Em pó ou em pau, é rica em fibra, manganês, cálcio, ferro e vitamina K - poderosos nutrientes para o nosso organismo. A acrescentar, a especiaria reduz o risco de diabetes, retarda o envelhecimento, tem propriedades anti-inflamatórias, reduz o risco de doenças cardíacas e ajuda a emagrecer, acelerando o metabolismo e diminuindo o apetite.
Em pó ou em pau, é rica em fibra, manganês, cálcio, ferro e vitamina K - poderosos nutrientes para o nosso organismo. A acrescentar, a especiaria reduz o risco de diabetes, retarda o envelhecimento, tem propriedades anti-inflamatórias, reduz o risco de doenças cardíacas e ajuda a emagrecer, acelerando o metabolismo e diminuindo o apetite.
Beber água antes ou depois do café? Eis a questão.
O pequeno copo de água que tantas vezes acompanha o café tem originalmente o intuito de limpar as papilas gustativas antes da degustação, mas nem todos os especialistas concordam.
Como aponta a BBC Good Food o principal propósito da água que acompanha o café é limpar as papilas gustativas. Assim como o vinho pede um copo de água para que o seu sabor seja melhor apreciado, o bom café também pede que o paladar esteja limpo. Neste caso, a água deve ser ingerida antes do café.
Mas para Georgia Franco de Souza, mestre torradora do Lucca Cafés Especiais e provadora profissional de cafés, a quantidade de água que normalmente acompanha a chávena de café, uma pequena dose, não é o suficiente. “A água entra como um acompanhamento do café, igual ao vinho. Por isso, para nós, apenas aquela quantidade não é suficiente”, explica.
Como aponta a BBC Good Food o principal propósito da água que acompanha o café é limpar as papilas gustativas. Assim como o vinho pede um copo de água para que o seu sabor seja melhor apreciado, o bom café também pede que o paladar esteja limpo. Neste caso, a água deve ser ingerida antes do café.
Mas para Georgia Franco de Souza, mestre torradora do Lucca Cafés Especiais e provadora profissional de cafés, a quantidade de água que normalmente acompanha a chávena de café, uma pequena dose, não é o suficiente. “A água entra como um acompanhamento do café, igual ao vinho. Por isso, para nós, apenas aquela quantidade não é suficiente”, explica.
domingo, 1 de dezembro de 2019
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
quarta-feira, 20 de novembro de 2019
sábado, 9 de novembro de 2019
Consumo de cafeína protege as células da retina.

Quem o diz é um estudo realizado por investigadores das Universidades de Coimbra (UC) e de Bona (Alemanha).
O consumo de cafeína, em doses equivalentes a 2/3 cafés por dia, protege as células da retina.
Estas conclusões são super importantes pois abrem caminho para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas para o tratamento de doenças da visão associadas a episódios isquémicos como a retinopatia diabética e o glaucoma, duas das principais causas de cegueira a nível mundial.
http://noticias.uc.pt/multimedia/videos/estudo-revela-que-a-cafeina-e-eficaz-no-tratamento-de-doencas-da-visao-associadas-episodios-isquemicos-da-retina/
terça-feira, 5 de novembro de 2019
A brisa e um beijo
"A brisa é agradável...
Os pensamentos são muitos...
O aroma a café é intenso...
Hoje o meu café estava com gosto do teu beijo...
Fez-me voar para longe... bem longe..."
sexta-feira, 1 de novembro de 2019
domingo, 27 de outubro de 2019
quinta-feira, 24 de outubro de 2019
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Frente a una taza de café....
"Frente a una taza con café se piensa, pero también se discute, se recuerda o se argumenta. Frente a la taza con café se columbra, se reflexiona, se sueña, se imagina, se escribe, se conversa, se enamora, se seduce, se rompe, se reconcilia, se halaga, se sugiere, se invita… Y el café, el misterioso café escucha, profetiza, atestigua, aconseja, da fe, observa, asiente, se ruboriza…”
Gustavo Máynez Tenorio
domingo, 20 de outubro de 2019
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
quarta-feira, 16 de outubro de 2019
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
sábado, 12 de outubro de 2019
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
quarta-feira, 25 de setembro de 2019
sábado, 21 de setembro de 2019
segunda-feira, 9 de setembro de 2019
Portugal - Das tabernas aos cafés.
" Venda de café em Lisboa.
Foi apenas no início do século XVIII
que chegaram ao nosso país as influências francesas no que diz respeito a novas formas e locais de sociabilidade, embora entre nós o convívio em locais públicos sempre tenha passado pela interação entre diferentes classes sociais. Em botequins, tabernas ou tabolagens bebia-se muito álcool, discutia-se, lutava--se, tocava-se e, sobretudo, jogava-se. Nesses antros, a paixão pelo jogo – qualquer tipo de jogo – juntava desde marginais a nobres, apesar de a lei ser bem clara no Regimento dos Taberneiros de 1797: «Nenhum taberneiro consentirá nas suas tabernas qualidade alguma de jogo às pessoas que a elas forem comer; e muito menos aos criados de servir e escravos.»19 Consta ainda deste regimento a proibição de «ajuntamentos de mulheres dos quais possam resultar as desordens que são próprias de quem frequenta similares casas». Da redação deste regimento infere-se que o ambiente das tabernas e tavolagens, ou tabolagens, deixava bastante a desejar, sendo frequentes as rixas que começavam dentro e extravasavam para a rua. Os cafés, enquanto espaços públicos das novas formas de sociabilização, chegaram a Portugal mais tarde do que à maioria dos países europeus, sobretudo no que diz respeito ao ambiente de trocas intelectuais que os caracterizavam em França ou em Inglaterra. Tinop desconsidera os primeiros estabelecimentos, afirmando que «entre nós, os cafés têm sido apenas umas vezes a cópia grotesca, caricatural, outras vezes a fotografia pessimamente retocada dos lá de Portugal From taverns to cafés Por altura do aparecimento dos primeiros cafés em Portugal, estava ultrapassada a moda do orientalismo no resto da Europa, e o negócio concentrava-se na mão dos italianos. As limonadas e a «neve» eram as maiores atrações dos cafés e, ao contrário de França ou de Inglaterra, bebia-se bastante chá até aos finais do século xviii. Até sob o ponto de vista literário, poucas são as referências ao café-bebida. Uma das épocas áureas da vida dos nossos cafés foram os anos das guerras liberais, os que as precederam e se lhe seguiram, e ainda os anos de viragem do século xix para o século xx, com o fim da Monarquia e a implantação da República. Segue-se uma história abreviada dos principais estabelecimentos dos séculos xviii e xix. Tabolagem «É tomado do castelhano tablaje, que é casa de jogo. Na ordenação chamam-se tabolagens às casas de jogos proibidos. Dar tabolagem é dar em sua casa naipes, dados e outras coisas concernentes ao jogo. [...] El-rei D. João II mandou queimar a casa de tabolagem, qual pagode, aonde em semelhanças de idolatria se viram obedecidos e festejados por oráculos da sorte, por efígies da Fortuna...» Padre Rafael Bluteau, fora»20, em parte devido à apertada censura da Real Mesa Censória e ao zelo da Intendência-geral da Polícia. Quando os cafés finalmente chegaram gerou-se alguma confusão com o conceito de botequim. Este, segundo o Dicionário de História de Portugal, é uma loja onde se servem vários tipos de bebidas21. A sua raiz será a mesma da bodega espanhola e terá dado origem ao boteco brasileiro, locais onde se consomem bebidas alcoólicas e comidas. Assim foram também os cafés entre nós: além de chá e café, sempre neles se serviu álcool «fino», deixando para as tabernas o tradicional vinho barato a copo. Os primeiros botequins de Lisboa terão sido as casas Rosa e Madama Spencer, ambas na antiga Rua Nova (Rua dos Capelistas) e anteriores ao Terramoto. A maior concentração destes estabelecimentos situava-se no Largo do Regedor e em São Roque."
Fátima Moura
Obra: Conversas de Café
.
Foi apenas no início do século XVIII
que chegaram ao nosso país as influências francesas no que diz respeito a novas formas e locais de sociabilidade, embora entre nós o convívio em locais públicos sempre tenha passado pela interação entre diferentes classes sociais. Em botequins, tabernas ou tabolagens bebia-se muito álcool, discutia-se, lutava--se, tocava-se e, sobretudo, jogava-se. Nesses antros, a paixão pelo jogo – qualquer tipo de jogo – juntava desde marginais a nobres, apesar de a lei ser bem clara no Regimento dos Taberneiros de 1797: «Nenhum taberneiro consentirá nas suas tabernas qualidade alguma de jogo às pessoas que a elas forem comer; e muito menos aos criados de servir e escravos.»19 Consta ainda deste regimento a proibição de «ajuntamentos de mulheres dos quais possam resultar as desordens que são próprias de quem frequenta similares casas». Da redação deste regimento infere-se que o ambiente das tabernas e tavolagens, ou tabolagens, deixava bastante a desejar, sendo frequentes as rixas que começavam dentro e extravasavam para a rua. Os cafés, enquanto espaços públicos das novas formas de sociabilização, chegaram a Portugal mais tarde do que à maioria dos países europeus, sobretudo no que diz respeito ao ambiente de trocas intelectuais que os caracterizavam em França ou em Inglaterra. Tinop desconsidera os primeiros estabelecimentos, afirmando que «entre nós, os cafés têm sido apenas umas vezes a cópia grotesca, caricatural, outras vezes a fotografia pessimamente retocada dos lá de Portugal From taverns to cafés Por altura do aparecimento dos primeiros cafés em Portugal, estava ultrapassada a moda do orientalismo no resto da Europa, e o negócio concentrava-se na mão dos italianos. As limonadas e a «neve» eram as maiores atrações dos cafés e, ao contrário de França ou de Inglaterra, bebia-se bastante chá até aos finais do século xviii. Até sob o ponto de vista literário, poucas são as referências ao café-bebida. Uma das épocas áureas da vida dos nossos cafés foram os anos das guerras liberais, os que as precederam e se lhe seguiram, e ainda os anos de viragem do século xix para o século xx, com o fim da Monarquia e a implantação da República. Segue-se uma história abreviada dos principais estabelecimentos dos séculos xviii e xix. Tabolagem «É tomado do castelhano tablaje, que é casa de jogo. Na ordenação chamam-se tabolagens às casas de jogos proibidos. Dar tabolagem é dar em sua casa naipes, dados e outras coisas concernentes ao jogo. [...] El-rei D. João II mandou queimar a casa de tabolagem, qual pagode, aonde em semelhanças de idolatria se viram obedecidos e festejados por oráculos da sorte, por efígies da Fortuna...» Padre Rafael Bluteau, fora»20, em parte devido à apertada censura da Real Mesa Censória e ao zelo da Intendência-geral da Polícia. Quando os cafés finalmente chegaram gerou-se alguma confusão com o conceito de botequim. Este, segundo o Dicionário de História de Portugal, é uma loja onde se servem vários tipos de bebidas21. A sua raiz será a mesma da bodega espanhola e terá dado origem ao boteco brasileiro, locais onde se consomem bebidas alcoólicas e comidas. Assim foram também os cafés entre nós: além de chá e café, sempre neles se serviu álcool «fino», deixando para as tabernas o tradicional vinho barato a copo. Os primeiros botequins de Lisboa terão sido as casas Rosa e Madama Spencer, ambas na antiga Rua Nova (Rua dos Capelistas) e anteriores ao Terramoto. A maior concentração destes estabelecimentos situava-se no Largo do Regedor e em São Roque."
Fátima Moura
Obra: Conversas de Café
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sábado, 7 de setembro de 2019
Á procura do melhor café do mundo...
JAMAICA, CARAÍBAS – Na procura do melhor café do mundo, descobrimos as Montanhas Azuis. O resultado é um aroma floral, denso em sabor e acidez suave. O melhor café é mais do que sabor e aroma intensos. O respeito pela natureza e pela humanidade aparece em cada chávena de café. É uma interpretação literal da geografia e da cultura da Jamaica. As Montanhas Azuis celebram a paisagem e névoa azul onde este café é cultivado...
Ler mais aqui:
http://visao.sapo.pt/nos-la-fora/2019-09-06-A-procura-do-melhor-cafe-do-mundo
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