Café de Flore - Paris

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Portugal - Das tabernas aos cafés.

" Venda de café  em Lisboa.

Foi apenas no início do século  XVIII
 que chegaram ao nosso país as influências francesas no que diz respeito a novas formas e locais de sociabilidade,  embora entre nós o convívio em  locais  públicos  sempre  tenha  passado  pela  interação  entre  diferentes  classes  sociais. Em botequins,  tabernas ou tabolagens  bebia-se muito álcool,  discutia-se,  lutava--se,  tocava-se e,  sobretudo,  jogava-se.  Nesses antros,  a paixão pelo jogo – qualquer tipo de jogo – juntava desde marginais a nobres,  apesar de a lei ser bem clara no Regimento dos Taberneiros de 1797: «Nenhum taberneiro consentirá nas suas tabernas qualidade alguma de jogo às pessoas que a elas forem comer; e muito menos aos criados de servir e escravos.»19 Consta ainda deste regimento a proibição de «ajuntamentos de mulheres dos quais possam resultar as desordens que são próprias de quem frequenta similares casas».  Da redação deste  regimento  infere-se que  o  ambiente  das tabernas  e  tavolagens, ou  tabolagens, deixava bastante a desejar,  sendo frequentes as rixas que começavam dentro e extravasavam para a rua. Os cafés,  enquanto espaços  públicos das novas formas de sociabilização,  chegaram a Portugal mais tarde do que à maioria dos países europeus,  sobretudo no que diz respeito ao ambiente de trocas intelectuais que os caracterizavam em França ou em Inglaterra. Tinop desconsidera os primeiros estabelecimentos,  afirmando que «entre nós,  os cafés têm sido apenas umas vezes a cópia grotesca,  caricatural, outras vezes a fotografia pessimamente retocada dos lá de Portugal From taverns to cafés Por altura do aparecimento dos primeiros cafés em Portugal, estava ultrapassada a moda do orientalismo no resto da Europa, e o  negócio  concentrava-se na  mão dos  italianos. As limonadas e a «neve» eram as maiores atrações dos cafés e, ao contrário de França ou de Inglaterra,  bebia-se bastante chá até aos finais do século  xviii.  Até sob o ponto de vista literário,  poucas são as referências ao café-bebida. Uma das épocas áureas da vida dos nossos cafés foram os anos  das  guerras  liberais,  os que  as  precederam e  se  lhe seguiram,  e ainda os anos de viragem do século  xix  para o século  xx,  com o fim da Monarquia e a implantação da República.  Segue-se uma história abreviada dos principais estabelecimentos dos séculos  xviii  e  xix.  Tabolagem «É tomado do castelhano  tablaje,  que é casa de jogo. Na ordenação chamam-se tabolagens às casas de jogos proibidos.  Dar tabolagem é dar em sua casa naipes,  dados e outras coisas concernentes ao jogo. [...] El-rei D.  João II mandou queimar a casa  de tabolagem,  qual pagode,  aonde em semelhanças de idolatria se viram obedecidos e festejados por oráculos da sorte,  por efígies da Fortuna...» Padre Rafael Bluteau, fora»20,  em  parte  devido  à  apertada  censura  da  Real  Mesa Censória e ao zelo da Intendência-geral da Polícia. Quando os cafés finalmente  chegaram gerou-se alguma confusão com o conceito de botequim.  Este,  segundo o Dicionário de História de Portugal,  é uma loja onde se servem vários tipos de bebidas21.  A sua raiz será a mesma da  bodega  espanhola  e  terá  dado  origem  ao  boteco  brasileiro,  locais onde se consomem bebidas alcoólicas e comidas.  Assim foram também os cafés entre nós: além de chá e café,  sempre neles  se  serviu  álcool  «fino»,  deixando  para  as  tabernas o tradicional vinho barato a copo.  Os primeiros botequins de  Lisboa  terão  sido  as  casas  Rosa  e  Madama  Spencer,  ambas na antiga Rua Nova (Rua dos Capelistas) e anteriores ao Terramoto.  A maior concentração destes estabelecimentos situava-se no Largo do Regedor e em São Roque."

Fátima Moura
Obra: Conversas de Café

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sábado, 7 de setembro de 2019

Á procura do melhor café do mundo...




JAMAICA, CARAÍBAS – Na procura do melhor café do mundo, descobrimos as Montanhas Azuis. O resultado é um aroma floral, denso em sabor e acidez suave. O melhor café é mais do que sabor e aroma intensos. O respeito pela natureza e pela humanidade aparece em cada chávena de café. É uma interpretação literal da geografia e da cultura da Jamaica. As Montanhas Azuis celebram a paisagem e névoa azul onde este café é cultivado...
Ler mais aqui:

http://visao.sapo.pt/nos-la-fora/2019-09-06-A-procura-do-melhor-cafe-do-mundo

sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Cafés há muitos...






Cafés há muitos: expresso, de filtro, descafeinado, caseiro, de máquina e muitos outros. Aprenda a escolher o melhor para si.

Antes de mais, convém definir o que que pode ser considerado como um “bom café”. Assim sendo, a dra. Cláudia Pimentel, secretária-geral da Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), define um bom café expresso como “uma bebida quente obtida numa máquina de café expresso a partir de um lote de café torrado. Esta bebida caracteriza-se pela complexidade aromática, suave acidez, corpo acentuado e uma camada de creme cor de avelã que o torna denso, suave e persistente”. Ao beber o próximo café, certifique-se de que lhe deixa na boca um sabor agradável e que persiste no palato por alguns minutos. Este é o segredo de um bom café expresso!

QUAL É A MEDIDA IDEAL POR DIA?
Lançamos-lhe um pequeno desafio: quantos cafés bebe por dia? Se forem mais de quatro está a exagerar. Segundo a dra. Lillian Barros, nutricionista clínica do Hospital Lusíadas Albufeira, no Algarve, “beber entre três a quatro chávenas de café por dia é a recomendação para uma dieta saudável e equilibrada”. A razão é simples: “Esta dosagem não causa efeitos adversos para a maioria dos adultos saudáveis e traz benefícios terapêuticos”. Se é

É UMA PESSOA SENSÍVEL À CAFEÍNA?
Então as doses excessivas podem causar ansiedade, insónias e irritação, por isso “limite a dose diária de cafeína para 200-300 mg, ou seja, algo como duas chávenas (80-100 mg) diárias de café”, indica a nutricionista. Apesar dos benefícios presentes no café, o dr. Vasco Alves Dias, cardiologista do Hospital Lusíadas Porto, não recomenda a alguém que não consuma café que comece a fazê-lo, “da mesma forma que também não proíbo ou aconselho o abandono a quem o faça de forma moderada – até três cafés por dia -, estendendo este conselho a pessoas com problemas cardiovasculares”. Como em tudo na vida, o segredo passa pela moderação e em termos de café, resume-se a dois ou três cafés por dia.


quarta-feira, 14 de agosto de 2019

O café do triângulo


Histórias há muitas  com café e em cafés, muitas haverá. A minha é pessoal e transmissível, porventura comum a muitos portugueses.

Desde pequena, ao colo e depois pela mão do meu pai, que ir ao café era um momento bom: os cheiros do café a ser moído, juntamente com o do tabaco de cachimbo, da aguardente velhíssima, do pão acabado de sair do forno, dos pastéis e do papel de jornal e, com alguma sorte, de um chocolate que me era dado, perduram até hoje na minha colecção de memórias boas. Ir ao café era, para mim, ir ao Café Anadia, bem no centro da praça do município com o mesmo nome. Ponto de encontro dos homens que jogavam às cartas ou às damas e conversavam de futebol ou de temas graves e sérios que eu não entendia, das senhoras que falavam de modas e cantores, da última novidade da televisão ou teciam histórias com personagens da terra. Era onde se registava o Totobola e se comprava a Lotaria. Era onde se sabia da vida que acontecia nos meandros da vila e arredores…

E o café era o do triângulo. Eu ainda não sabia o que eram triângulos, mas a imagem ficou gravada na minha cabeça como o símbolo de café, bom café, que eu sempre quis provar, roubando à socapa a colherinha para aproveitar o restinho de açúcar acafezado do fundo da chávena, até me deixarem beber um café a sério. Ainda hoje, se passo numa rua e sinto o aroma reconfortante, procuro o triângulo. É Delta? Sinto-me convidada a entrar, sentar e apreciar as vidas de cada mesa, de cada banco do balcão, enquanto faço render o tempo precioso que dura a pausa deliciosa da rotação da colher na chávena do meu Delta.

E é como se voltasse ao Café Anadia, ao colo do meu pai, no tempo em que os aromas, as imagens, os sons e as pessoas deixavam uma marca especial na nossa alma.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Este es el mejor café con hielo...





Existen dos tipos de personas en el mundo: las que no les gusta el café y las que no pueden vivir sin él. Es así y, en este terreno, no hay medias tintas. Generalmente, la primera mitad no entiende a la segunda, y viceversa. Y puede que, precisamente puede que sea el tener tantos apasionados como detractores lo que haga a esta bebida única e inigualable. El café es algo universal, presente en todas las culturas y las costumbres y tradiciones generadas a su alrededor hacen que su sabor sea relacionado con emociones y experiencias que van más allá de lo material. Su existencia ha evolucionado de tal manera que, a día de hoy, existen tantas versiones -creadas con añadidos como el agua, la leche, el azúcar, las especias, el chocolate...- como personas que lo consumen. Eso sí, hay una fórmula que, con la llegada del verano, se convierte en una petición común a todos sus amantes: el café con hielo.

Pero este verano, lejos de buscar las cafeterías y establecimientos que mejor preparan tu bebida favorita, el mejor café con hielo de la temporada lo prepararás tú misma y sin salir de casa. Todo, gracias al último lanzamiento de Nespresso. Dos nuevas variedades de cápsulas que han sido creadas pensando, precisamente, para ser combinadas con hielo y tomadas en frío. 

Y, para crear la mejor experiencia posible a través de una cápsula, se han inspirado en un lugar cuyo verano parece eterno y donde su forma de disfrutar de la época estival se ha convertido en toda una filosofía de vida. Hablamos de Australia y su verano, como una invitación al relax, a dejar que las cosas fluyan, a disfrutar y saborear cada momento. Y es precisamente esa filosofía aussie y esa profunda pasión por el verano es la que ha inspirado a Nespresso para crear sus nuevas cápsulas de Edición Limitada Long Black Over Ice y Flat White Over Ice


© Cortesía de Nespresso

Aunque ambas están pensadas para la preparación del café con hielo, hay distinciones entre ambas, ya que pretenden adaptarse a los gustos de todos los amantes del café. Por un lado, están las cápsulas de café con hielo Flat White Over Ice, centradas en las notas tostadas y el gran cuerpo de este café helado, capaces de abrirse paso y lograr un equilibrio perfecto con la leche. Sus ricos aromas compensan el dulzor de la leche y del sirope de caramelo, si optas por añadir un poco en tu receta de café con leche y hielo. 

Sin embargo, hay quien prefiere tomar el café al natural, sin alterar su sabor original con aditivos como la leche o el azúcar. Para ellos, Long Black Over Ice es la alternativa perfecta. Pensado expresamente para preparar café helado, ofrece una nota ácida más potente y unos aromas afrontados que producen ese sabor refrescante y permiten que este café pueda tomarse solo con hielo, sin leche. Además, las características de este café frío también se complementan bien con el agua con gas y con el sabor tropical del sirope de coco, si es que se opta por añadir un poco. 

Ahora solo tienes que decantarte por uno de ellos (si es que puedes renunciar a probar ambos) y convertirte en un experto preparador de café. ¿Cómo? Con las recetas más exquisitas y fáciles de preparar que harán que no quieras probar otro café con hielo en todo el verano. 



sábado, 6 de julho de 2019

Dia Feliz!





Espero que haya días en que tu café sepa a magia, tu lista de reproducción te haga bailar, los extraños te hagan sonreír y el cielo nocturno toque tu alma.  Espero que haya días en los que te enamores de estar vivo ".

  ~ Brooke Hampton


quinta-feira, 20 de junho de 2019

Un recuerdo pasea






Un recuerdo pasea

El café se cocía
con olor a bejucos y sauces
la lentitud de un mundo se movía
Pensé en los seres queridos
Aquellos que olieron conmigo
los leños mientras ardían
Ya muchos se fueron
Emigraron al mundo de la luz
donde los destellos son más fuertes
y no hay tinieblas
decía mi abuela
que en paz descanse
Opinaba mi abuelo 
el filósofo de un mundo pequeño
Tanto les quise y tuve que decir
un día adiós
Pero es que vamos por el mundo 
exigiendo
que no nos abandonen
y no es nuestro nada
tan solo Dios y su mirada
Dichoso olor el de café que bulle
algo tan cierto en las cocinas del amor
Es tu mirada latir de tiempos acumulados
Hay en ti hojarascas del pasado que no despegan
y las has llevado a tu presente como imposición 
de un caminante y una misión
Revoletean los pájaros y hay festival
aunque el día es gris y se demora por pernoctar
Allí en el fogón se cuelan recuerdos idos
en los umbrales de un simple rancho
que tiene paredes de alegres espejos
Allí quedaron plastificados rostros de ancianos
que aun acarician la soledad


Luz Ramírez
Derechos reservados



quinta-feira, 13 de junho de 2019

Pintura con café





El arte del cafe es unico y requiere atención  y sensibilidad. Más no son solamente los expertos que hacen del café un arte.

Algunos artistas en el mundo consiguen utilizar el café como técnica de pintura, a veces un processo lento y sofisticado, para la construccion de bellas obras de arte.
La pintura con  el café es una experiência completamente agradable e hay muchos pintores que la hacen de momento.





quinta-feira, 6 de junho de 2019

Si te gusta el café, usa la borra.



Para controlar plagas en forma orgánica como larvas, gusanos masticadores y otros insectos que llegan a tus plantas, utiliza la borra del café (café molido que ya esta usado) y espárcela sobre la tierra y verás que actúa como repelente. Comienza con poca cantidad y verifica su eficacia, así no acidificas tanto el pH del suelo. También sirve para fertilizar la tierra.

Si no tomas café, existen algunas cafeterías que regalan el café molido usado. Además, se usa en ceniceros para neutralizar el olor a tabaco.


El café actualmente es todo un arte





Cada día se abren más cafeterías distintas, con conceptos nuevos y diferentes a los que ya conocemos.

Cada vez se inventan nuevas formas de tomar y disfrutar el café como es el caso del Nitro Café, bebidas realmente renovadoras.


Tampoco hay que olvidar mencionar el World Coffee Championship.
Una competencia de baristas profesionales, apasionados por el café.

Es una competencia en la que participan personas que dominan el arte de preparar y obtener el mejor sabor del café.
Hoy el café sigue haciendo historia, lo mejor de todo es que ahora nos toca hacerla a nosotros, los amantes del café.

Debemos seguir innovando en la forma en que se toma y se disfruta todos los días el café.

Aunque suena un poco complicado, no es algo tan difícil hacerlo, no cuando se sabe lo necesario en cuanto al café.
Hay muchas cosas que aún debes conocer, el café actualmente es todo un arte y como todo arte necesita tiempo y dedicación.





quarta-feira, 5 de junho de 2019

La bebida del diablo






Dicen que hace muchos años, en el siglo XVI, el café comenzaba a ser conocido en Europa. Se había convertido en la bebida favorita de los musulmanes y, al ser proveniente de los países árabes, no era bien vista por la iglesia católica italiana, después de siglos de guerras entre ambas religiones.

Para evitar que su consumo se extendiera la denominaron “bebida satánica” y la prohibieron a sus fieles. Pero esta medida no surtió el efecto previsto y pronto aumentó la presión para que el Papa de la época, Clemente VIII, le diera su bendición.
Ante tal situación, el Pontífice decidió probar una taza y la encontró tan deliciosa que exclamó:

¡Venzamos a Satanás impartiéndole bendición, para hacer de ésta una bebida verdaderamente cristiana!


segunda-feira, 3 de junho de 2019

Suiza declara que el café "no es esencial" para así acabar con las reservas del país





Suiza declara que el café "no es esencial" para así acabar con las reservas del país.

Actualmente hay una reserva de más de 15.000 toneladas de café con las que se puede abastecer al país durante tres meses '

12/04/2019 14:10

Tras la Primera Guerra Mundial, Suiza comenzó a almacenar miles de kilos de café para prepararse ante una posible escasez en los años que estaban por llegar; lo mismo sucedió tras la Segunda Guerra Mundialmente, sólo que entonces esas reservas se ampliaron. Ahora, el gobierno suizo quiere poner fin al almacenamiento de café y ha declarado que se trata de un producto que "no es esencial" para la supervivencia.

Pese a la llegada de la paz y el establecimiento de un estilo de vida tranquilo, los suizos no dejaron de almacenar café en previsión de nuevas guerras o por si se producían epidemias o desastres naturales. Tanto que, actualmente, hay una reserva de más de 15.000 toneladas de café en el país con las que se puede abastecer al país durante tres meses.

Con la decisión de declarar al café como “no esencial” para la supervivencia humana, el gobierno suizo quiere terminar con las reservas para el año 2022. La Oficina Federal para el Suministro Económico Nacional explica que “el café casi no contiene calorías y, por lo tanto, no contribuye, desde la perspectiva fisiológico, a proteger la nutrición”.

Grandes bebedores de café

Los suizos son grandes amantes de esta bebida. Según datos de la Organización Internacional del Café que recoge la BBC, cada persona consume en este país unos 9 kilos de café al año, más del doble de los que se toman en España, donde apenas alcanzamos los 4 kilos, y casi el triple que en el Reino Unido, donde rozan los 3,3 kilos por persona.

Cada suizo consume 9 kilos de café al año, más del doble de los que se toman en España

Sin embargo, no todo el mundo piensa de la misma manera. Reservesuisse, la sociedad encargada de supervisar las reservas de alimentos del país helvético, asegura que 12 de las 15 empresas que almacenan café quieren seguir haciéndolo en el futuro. Y explican que fijarse en las calorías “como criterio principal para un alimento vital no hace justicia al café".

Por el momento, el plan se ha hecho público para recibir las respuestas de los ciudadanos suizos, pero no se tomará una decisión definitiva antes del mes de noviembre. Suiza no sólo es un gran consumidor de café, sino que también es el lugar del mundo más caro para hacerlo. Un estudio reveló que un café con leche, de media, cuesta más de tres euros en suiza, casi el triple que en España.



sábado, 1 de junho de 2019

Las abejas prefieren las flores con cafeína






Cientistas han constatado que la cafeína hace conque la memoria de las abejas quede con eso efecto y se recuerden del olor de las flores que polinizan. El néctar de las flores de muchas plantas contiene además del azúcar también cafeína y nicotina. En altas concentraciones el gusto amargo de tales substancias aleja las abejas. Cuando es menor las abejas parecen preferir el néctar con cafeína.


Por lo visto hasta las abejas tienen que aprender a tomar café sin azúcar...


https://soundcloud.com/caf-6/abelhas-procuram-o-n-ctar-dahttps://soundcloud.com/caf-6/abelhas-procuram-o-n-ctar-da



sexta-feira, 31 de maio de 2019

Si no me encuentras algún día...






"Si no me encuentras algún día, búscame entre las tazas de café que compartimos, seguramente ahí estaré, aunque sea en tú memoria."


quarta-feira, 29 de maio de 2019

Cuánto dura el efecto de la cafeína en tu cuerpo



En opinión de la “American Academy of Sleep Medicine” el efecto en tu cuerpo del 50% de la cafeína que ingieres dura cinco horas. La otra mitad permanece en tu organismo. Ejemplo: si has consumido un refresco de cola con 45 miligramos (mg) de cafeína, después de cinco horas todavía quedan en tu cuerpo, 22.5 mg.

El máximo efecto de la cafeína se alcanza entre los 30 y 60 minutos después de haberla consumido. En este tiempo se está más dispuesto a experimentar inquietud y nerviosismo. También orinarás con mayor frecuencia por su efecto diurético.

Personas sensibles a la cafeína pueden sentir sus síntomas por varias horas o incluso pocos días después de su consumo. Seis horas antes de acostarte no se recomienda consumir cafeína. Sobretodo si eres alérgico a esa sustancia.

La cafeína es una sustancia que se encuentra en los refrescos de cola, café, cocoa, té negro y verde, chocolates en barra, bebidas energéticas y varios medicamentos que contienen cafeína que se adquieren sin receta como el Excedrin. El café descafeinado contiene pequeñas cantidades de cafeína. Estas pequeñas porciones afectan a las personas sensibles a la cafeína.

The “Australian Breastfeeding Association” declara que la cafeína puede ser transmitida a un bebé a través de la leche materna. Por ello recomienda limitar el consumo de cafeína en el café, chocolates y refrescos de cola. Consumir más de 200 mg de cafeína al día puede tener consecuencias para el bebé, como dificultad para dormir, comportamiento inquieto, cólicos, nerviosismo…De acuerdo con los australianos el bebé puede absorber 1% de la cafeína que ingieres si se amamanta.

¿La cafeína afecta tu corazón?

“La cafeína es la sustancia estimulante más controvertida del mundo. Si tienes cardiopatía coronaria o riesgo de desarrollarla la mayoría de los expertos recomiendan que limites a dos tazas al día de café descafeinado o evites las bebidas que la contengan como el té y los refrescos de cola. La cafeína eleva temporalmente la presión arterial", Clínica Mayo.


sábado, 25 de maio de 2019

Mariposas en la Pista




Mariposas en la pista
Tenían un amor oculto y razones muy privadas para mantenerlo así. No se trababa de engañar una esposa, ni a ningún novio o marido. Eran libres pero pensaban que su amor no tenía porqué importarle a nadie. Por lo menos, así pensaban ellos, pero el ímpetu de la relación era tal, que cada vez se les hacía más difícil el disimulo.

Comenzaron haciendo un acuerdo de esos tan comunes en la milonga. Estar en mesas separadas, bailar con todos los demás, y mirarse solo algunas veces en la noche, mirarse apenas para esos tangos esenciales, ineludibles, esos que de solo pensar en bailarlos con otros, les rompía el corazón. Pero lo mejor era esconder lo que sentían.

Total, a la salida podrían encontrarse en cualquier esquina más o menos alejada y abrazarse contentos, como si hubieran burlado a cierta autoridad o salido bien en algún examen. Empezaron así, como tantos, pero al poco tiempo, algo insólito vino a deschavar todo.

Fueron las mariposas.

Por suerte, el modo en que aparecieron en la pista quedó en una gran incógnita y nadie entendió bien cómo fue, pero ellos no pudieron engañarse.
Bailaban temblando un poco, como siempre, estremecidos de giros y abrazo, cuando las maripositas empezaron a salir.

Empezó ella, cuándo no, que abrió un poco la boca para dar ese suspiro. Entonces las mariposas agolpadas en su pecho aprovecharon y salieron en torrente. Él, alarmado, trató de controlar la situación y le dijo bajito:

Por favor, no suspires más, mi amor, que todos se van a dar cuenta.

Y en ese mismo momento, las mariposas contenidas a duras penas dentro de él salieron como tumultuosa catarata.

Siguieron bailando muy serios, con la boca pícaramente apretada, mientras, la gente hacía comentarios, dejaba de bailar, trataba de agarrar algunas mariposas, miraba intrigada para todos lados tratando de saber de dónde habían venido volando.

Los amargados que nunca faltan, dijeron que así no se puede bailar, esto no es serio y aprovecharon para criticar la música, el piso, el ambiente. Se fueron a sus mesas, muy enojados, a esperar que pasara la racha.

Algunos enamorados se miraron emocionados y sorprendidos. Los recorrió cierta aprensión pensando si no se les habrían escapado a ellos. Descubrieron recién ahí, que pertenecían a un clan de poseedores de maripositas. Entonces intercambiaron con esos otros miradas chispeantes, cómplices y fraternas entre sí.

Hubo asombros, porque nadie pensaba que ese hombre tan viejo y esa señora casi ridícula estuvieran en el clan, y sin embargo. Y también sorpresas negativas, porque esa pareja que tanto publicitaba su romance, no sabía ni qué eran esos bichitos molestos y aleteantes.

Mientras tanto la gente en general armaba un terrible jolgorio. Las mariposas invadieron todo el recinto, llenas de color y encanto, se metieron en algunos escotes, en varios vasos, en ciertas conversaciones. Pulularon por las bolsitas de zapatos colgadas de las sillas, por las carteras y los sacos. Se diseminaron por la zona de los espejos, de la barra, de los baños. Cruzaban de a montón la pista mientras mucha gente muerta de risa se hablaba por primera vez , después de tantos años de no saludarse.

No faltaron los malignos que intentaban matar a las mariposas, usando todo tipo de recursos, sacudiendo vilmente servilletas por el aire, subidos a las sillas y hasta a las mesas.

Pero las muy pillas huían , levantando el vuelo un poquito para zafar de los golpes. Para colmo parecía que se reproducían y que cada vez había más, tan gráciles y livianas, ocupando todo.

La gente que organizaba el baile iba de aquí para allá tratando de hacer algo, pero era inútil. ¿A quién llamar? ¿A la policía? Ridículo.

¿A la emergencia médica? Insensato. Alguien sugirió los bomberos, pero la idea fue desechada. No se dieron cuenta de que en cierto modo todo era fuego.

Ellos si, ellos sabían y callaban. No podían volver a hablar, pero sonreían con los ojos, llenos de expectativa, sin saber a ciencia cierta qué iba a pasar. Un tipo que hacía años tenía un entripado con otro, le habló bien como por causalidad. Y una mujer fea, que siempre se sentía desdichada, empezó a caminar como si fuera hermosa y todos la miraron admirados. Hubo alguien que tomó una decisión importantísima que venía postergando. A otro se le reveló, de pronto, que la persona que tenía al lado le hacía daño. Esa piba joven, siempre un poco desubicada, zafó como por milagro del tipo que empezaba a darle droga.

El alboroto era enorme, y todo resultaba caótico y enloquecido. Pero al mismo tiempo había un clima de fiesta, de posibilidades infinitas y contagiosas. Algunos pocos se fueron, moviendo la cabeza con fastidio o con tristeza. Pero la mayoría aceptó el tremendo juego que esas desbocadas mariposas proponían. Manuel pensó de pronto en la cuadra de su barrio y se recordó jugando a la bolita, lleno de sol. Julia lo miró justo en el momento del deslumbramiento.

Carlitos pensó en su primera novia y por primera vez dejó de sentirse culpable y a María de pronto, se le fueron todos esos rencores que no la dejaban vivir. Marcos el pelirrojo, en cambio, tuvo un anuncio más bien feo: supo que tenía que tomar otro camino y le dolió. No le gustaban los cambios.

Hubo gente a la que increíblemente no le pasó nada, pero nada de nada. Tal vez estaban muy prevenidos, o habían perdido la emoción. Tal vez no creían ya en la magia.

Pero fueron los menos.

En cierto momento, volvió a sonar la música y la orquesta de Osvaldo Pugliese tocó para todos “La Mariposa”. Era un homenaje del Disc Jockey a las circunstancias extraordinarias de esa noche.

Mientras sonaba el tango, las maripositas empezaron a calmarse, aleteando más suavemente. Fueron intentando tener alojamiento en distintos pechos. Los más receptivos, los más abiertos, las recibieron, aunque con bastante susto. Vaya a saber los cambios que esas hechiceras traerían a sus vidas.

Mientras tanto ellos, que habían salido temblorosos a bailar, supieron que el encubrimiento era ya imposible.

La noche siguiente dieron a conocer su amor a todo el mundo, no fuera cosa de que las maripositas volvieran a hacer de las suyas.

Graciela H. López.


sexta-feira, 24 de maio de 2019

El café de la vida



El café de la vida

Escrito por Juan Carela
22 marzo 2013


Un grupo de profesionales, todos triunfadores en sus respectivas carreras, se juntó para visitar a su antiguo profesor.

Pronto la charla devino en quejas acerca del interminable ‘stress’ que les producía el trabajo y la vida en general.

El profesor les ofreció café, fue a la cocina y pronto regresó con una cafetera grande y una selección de tazas de lo más selecta: de porcelana, plástico, vidrio, cristal -unas sencillas y baratas, otras decoradas, unas caras, otras realmente exquisitas…

Tranquilamente les dijo que escogieran una taza y se sirvieran un poco del café recién preparado.

Cuando lo hubieron hecho, el viejo maestro se aclaró la garganta y con mucha calma y paciencia se dirigió al grupo:

Sé habrán dado cuenta de que todas las tazas que lucían bonitas se terminaron primero y quedaron pocas de las más sencillas y baratas; lo que es natural, ya que cada quien prefiere lo mejor para sí mismo.

Esa es realmente la causa de muchos de sus problemas relativos al «stress.»

Continuó: «Les aseguro que la taza no le añadió calidad al café. En verdad la taza solamente disfraza o reviste lo que bebemos».

Lo que ustedes querían era el café, no la taza, pero instintivamente buscaron las mejores. Después se pusieron a mirar las tazas de los demás.

Ahora piensen en esto: La vida es el café. Los trabajos, el dinero, la posición social, etc. son meras tazas, que le dan forma y soporte a la vida y el tipo de taza que tengamos no define ni cambia realmente la calidad de vida que llevemos. A menudo, por concentrarnos sólo en la taza dejamos de disfrutar el café.

¡Disfruten su café! La gente más feliz no es la que tiene lo mejor de todo sino la que hace lo mejor con lo que tiene; así pues, recuérdenlo:
Vivan de manera sencilla.
Tengan paz.
Amen y actúen generosamente.
Sean solidarios y solícitos.
Hablen con amabilidad.

Y recuerden que: la persona más rica no es la que tiene más sino la que necesita menos …..

DISFRUTA TU CAFÉ………..



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